Eu acho que minha explicação ficou muito confusa, ou quem leu e comentou ficou com vergonha e não chegou onde eu gostaria.
A proposta é a seguinte: Eu começo a história, mas o resto é, praticamente, responsabilidade de vocês. Eu sei que há muita coisa a ser respondida, como, por exemplo, quem é o personagem. Entretanto, cabe a você, leitor, responder à essas perguntas (sem medo!), e propor outros elementos a serem acrescidos. As perguntas da qual eu falei são as questões em aberto, os dilemas das personagens, os lugares a serem percorridos, as paisagens a serem exploradas, a cor da camisa de dormir do rei da ilha de Targoca... Enfim, qualquer coisa que não esteja escrita e que vocês gostariam que estivesse.
Opinem, conversem nos comentários sobre as outras opiniões, corrijam meus erros, comentem sobre como eu estou escrevendo, aconselhem... Ou seja, me ajudem a escrever essa história!
Obrigado a todos!!!!
4 comentários:
olá, tomei vergonha na minha cara e resolvi entrar, ler tudo e ainda comentar...
sobre a aula do Nicolau... algumas aulas marcam mesmo... q bom q os autores do Mal do Sec. não estão mais na moda...rsrs... vc sabe q pra mim ser romântico é muito teen!!
sobre essa historia q vc começou... homero, robson crusoé, chaves, garcia marques, pode ser?? levando em consideração a minha atual fase...rsrs..e a total falta de paciência e tb de coragem pra criar meu próprio blog... então vamos as minhas divagações sobre a historia...
pra mim eles não estão fugindo, nem algo ruim aconteceu e eles preferiram se lançar ao mar, q de uma forma ou outra é uma maneira de fugir também... eles estão em uma expedição de reconhecimento, e Visiliga é o nome da localidade onde eles não foram bem recebido pelos locais...
o narrador é um cronista que entrou na viagem só para conseguir dinheiro suficiente pra publicar seu romance piegas quando voltar para sua cidade Natal....
e ai ta no caminho certo??
como eu nao me dou bem com essas coisas virtuais...o comentario acima é meu tambem...
Mirela
Agora vai!!!
Continuando... vou dar nome ao bois...
A embarcação possui, além do nosso cronista Jeff Corwin, o capitão Henry Cort, que herdou o barco de seu pai, cuja história enobrece seu nome. Ao contrário dos clichês hollywoodianos, Cort não tem uma perna de pau ou um olho de vidro. Não tem sequer qualquer cicatriz pelo corpo, pois sua coragem (ou a falta dela) nunca o deixou entrar numa briga. E foi exatamente fugindo de uma, que se encontra agora ao leme de seu velho barco. Cort "fez mal" à filha do dono das terras vizinhas às suas, e seria obrigado a casar-se com a infeliz Odetta, um dona encalhada, bigoduda e coxa. Ao recusar-se a fazê-lo, o velho pai da moça (se é que pode-se chamar tal coisa de "moça") prometeu arrancar-lhe os culhões e dar aos porcos.
Foi em meio a essa difícil situação, que Cort finalmente decidiu que era o momento de retomar os negócios da família, e lançar-se ao mar na expedição de reconhecimento iniciada por seus ancestrais anos atrás, e que havia sido interrompida pois Cort estava mais interessado nas vizinhas do que nos mares.
Vamo la pessoal!!!!!! Só mais um!!!!!!!!!!!!!!
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