segunda-feira, 30 de junho de 2008

O que é isso?

- É o caos!!
- Não, não! É a minha cabeça mesmo...

sábado, 28 de junho de 2008

Só pra lembrar...

"Uma coisa é o recorte de tempo em que algo se passou, outra coisa é a narrativa construída sobre esse recorte, cuja lógica é diretamente pertinente ao tempo de sua produção enquanto narrativa e não ao tempo original do acontecimento."
Sonia Regina Miranda, citando Keith Jenkins, em "O livro didático de história hoje: um panorama a partir do PNLD"

Música Vicia??

Há uma música chamada Baba Yetu ("Pai Nosso", em Suahili), que é tema do jogo Cicilization IV, composta por Christopher Tin, um famoso compositor de trilhas.
Eu gosto dessa música pra car....
Pois bem, esse meu gosto me levou a acessar o site deste senhor e ouvir outras trilhas compostas pelo mesmo...
E foi então que eu a ouvi pela primeira vez...
Uma música hipnotizante!!!!! É inexplicável....
Ela se chama "Aloha, Lovey and Jerry!"
Ta nesse site
http://christophertin.com/samples.html
Ouçam e me digam se eu estou enganado...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Ótimo Texto!

Uma amiga, Débora, me mandou um texto falando: "Lê, vê como é bonito!!!".
Li!
Muito Bom MESMO!!!!!
Gostaria de compartilhar com vocês!
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG61385-5991-288,00-UM+WORLD+TRADE+CENTER+NO+MEU+CORACAO.html
E o mais impressionante de tudo: a autora!!! Reparem em quem escreveu... Vocês iram se surpreender...

segunda-feira, 16 de junho de 2008

"Big River"

Pensei em uma ótima metáfora com um rio...
Mas não vou postá-la,
Vai ficar muito óbvio.
Vocês já leram o segundo post deste blog???????
Acabei de relê-lo!
Foi engraçado, dei várias risadas!!!!
"este não será mais um monte confissões e bla bla blas"
Será????
"O tempo passa!!!" (Fiori Giglioti)

sexta-feira, 13 de junho de 2008

A Velha história.

Uma coisa que agente aprende em História (pra quem não sabe, eu sou aluno de graduação de História - Bacharelado e Licenciatura) é olhar pro passado para poder, de alguma forma, pensar o presente.
E eu faço isso sempre que posso - pra tudo!
E eu tenho analisado muito, ultimamente, uma conjuntura específica. Eu já a discuti com outros historiadores, e eles me ajudaram a pensá-la de maneiras variadas, chegando a algumas conclusões - sempre parciais, tendo em vista que a história, seja ela qual for, não pode ser apreendida totalmente por quem quer que seja (De Certeau, Foucault e etc...).
E se estudamos história para tentar entender de alguma forma o presente - não como "Magistra Vitae", e sim como compreensão de si através do olhar pro outro -, tenho medo de que a actual conjuntura possua algumas permanecias indesejáveis.
O panorama que se forma em minha mente (perturbada?) me deixa muito triste...

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Parabéns Sport!!!!!!!!

Venceu o melhor!
Venceu o Time Grande!
Venceu o Time da Primeira Divisão!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Que horas são?

Acho que antes de escrever sobre o que eu realmente quero com esse blog, devo fazer uma breve introdução.

Para aqueles que me conhecem e não sabem o que eu pesquiso, e para aqueles que não me conhecem - Prazer, meu nome é Bruno, e você está no meu blog! - vou falar um pouco sobre minha pesquisa na área de História Antiga.

Eu pesquiso a chegada de Roma na Península Ibérica e o contato deste povo com os já lá existentes. Tudo isso segundo a visão de Estrabão, um geógrafo grego da passagem do século I a.C para o I d.C. Tudo isso para dizer que...

Estava eu a ler Estrabão dia desses quando me deparei com uma passagem que me chamou muito a atenção. Vou reproduzi-la aqui e depois comento. A tradução é minha, feita do inglês, que por sua vez foi feita do grego por Horace Jones.

Livro 3, capitulo 1, parte 5 (não, não é a Bíblia!)


"As afirmações de Artemidoros estão postas e nós podemos acreditar nelas. Mas as histórias que ele nos conta, que são baseadas nas tradições locais, não merecem crédito. Por exemplo, é comum a população dizer, segundo Poseidonius, que nas regiões ao longo da costa do oceano (Atlântico) o sol é maior quando se põe, e que se põe com um barulho quase como se o mar estivesse chiando ao extinguir-se no momento de sua queda às profundezas. Mas, afirma Poseidonius, isto é falso, assim como a afirmação de que a noite cai instantaneamente após o pôr-do-sol; senão que após um breve intervalo, assim como na costa dos grandes mares. Para as regiões onde o sol se põe atrás das montanhas, ele diz, a luz do dia perdura depois de oculto o sol, por conta da luz indireta deste; mas na costa não há intervalo considerável, se bem que a escuridão não ocorre no mesmo instante, não demora tanto quanto nas grandes planícies. E, ele acrescenta, a impressão visual do tamanho do sol que se tem no amanhecer e no crepúsculo ocorre porque da água se eleva nestas ocasiões uma grande quantidade de vapor; isto é, os raios visuais, passando por esses vapores como se passassem por lentes, se refratam, e por isso a imagem parece maior, como acontece quando o sol e a lua, ao nascer ou ao pôr-se, são vistos através de neblina seca e fina, nestes casos os astros aparecem algo rosados. Ele convenceu-se, conta-nos, da falsidade destas afirmações quando, durante sua estadia de trinta dias em Gades, pode observar os pores-do-sol. Entretanto, Artemidoros diz que o sol põe-se uma centena de vezes maior que o usual, e que a noite cai instantaneamente! Porém, se nos atentarmos somente às suas declarações, nós seremos obrigados a acreditar que ele mesmo não viu esses fenômenos no Cabo Sagrado, posto que ele mesmo afirma que ninguém pode ficar neste local à noite; e como a noite sucede o dia, não podia permanecer lá após o crepúsculo. Tão pouco pode vê-los em qualquer outro ponto do Oceano (Atlântico), pois Gades está na costa deste, e Poseidonius e muitos outros atestam o contrário.”


Traduzi este texto, pois, deixando de lado quaisquer outras interpretações e questionamentos sobre este trecho, ele me pareceu muito singelo no que diz respeito às diferenças das noções de tempo de um homem contemporâneo (a nossa noção) – pós-revolução industrial, pós-internet, e pós sei lá mais o que – e de um homem do século II a.C. (Poseidonius)
Como é interessante a forma de ele refutar as afirmações do outro filósofo: ele passa trinta dias observando os crepúsculos!!!!!
Você se lembra da última vez que fez isso (observar UM pôr-do-sol)? Ou teve tempo de fazê-lo? Ou quis fazê-lo?
Você teria paciência para tal?
Assistir às marés para analisá-las melhor, observar as estrelas para orientar-se. Estes e outros gestos quase não se vêem mais.
Não estou sendo saudosista – e não poderia sê-lo, pois não vive nesta época (bom, pelo menos eu acho que não...) –, só estou tentando apresentar essas diferenças para que possamos pensar um pouco o nosso dia-a-dia.

domingo, 1 de junho de 2008

"Foco!"

A última frase desse post já está escrita.
Só preciso pensar em um texto agora.
Difícil, por que não quero cair na pieguice! (Odeio pieguice)
Já sei. Farei um resumo.
Problema: como resumir uma conversa de 5 horas, dois capuccinos, um franccino, dois "refrescos italianos" e um pão com strogonoff?
Tenho uma idéia.
Das inúmeras coisas que foram ditas, tenho certeza que a que mais marcou, para todos, foi:
"Eu tenho vários colegas, alguns amigos e dois irmãos!"

"The island had been moved!"

Não entendeu?
Pronto, falei!