"As intenções do autor não importam, o que NÓS achamos em um texto É o que texto DIZ."
Li isso ontem, em meio a Homero, Estóicos, alegorias e, claro, Estrabão.
Porém, não pude deixar de notar sua aplicabilidade (palavra horrível, mas não achei outra melhor...) para outras situações, digamos, mais “mundanas”...
Nós não escrevemos nossas próprias histórias,
Nós as lemos!
Mas isso não tira nosso poder de ação;
Não nos torna passivos, sem opção;
Muito pelo contrário!
Importa, de fato, o sentido que damos ao que está escrito!
Eu leio contos novos...
Com belos castelos, personagens novos, terras distantes e grandes batalhas...
Acho que gosto da interpretação que ganha forma na minha mente (perturbada?).
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