quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Conselhos escatológicos.

Você ja parou pra pensar na etimologia da palavra ENFEZADO?
É um adjetivo que siginifica ficar bravo, zangado...
OK.
Mas e a origem? A formação da palavra?
Não é difícil... Olha só:

EN_FEZADO
COM_FEZES

Uma pessoa enfezada é uma pessoa cheia de... BOSTA!!
Pois é... A palavra para designar uma pessoa cheia de bosta, na nossa língua, assumiu o significado de uma pessoa brava.
Ou seja, se você encontrar alguêm que esteja bravinho, estressadinho, de o melhor conselho, que é:
"VÁ CAGAR"!

Um exemplo...

Esta é a análise da imagem abaixo que fiz para um trabalho da faculdade.
Uma disciplina que tem por nome "Praticas escolares, contemporaneidade e Processos de Subjetivação."
Gostei do que escrevi. Resolvi postar aqui!
Simples assim.


Como reunir, digamos, dez mil anos de história em uma página?
Simples: esqueça qualquer forma de crítica histórica, utilize técnicas modernas de design gráfico, acrescido de uma pitada de futurologia. Eis os ingredientes para uma capa de um dos jogos para computador mais vendidos nos últimos tempos.
O documento escolhido é a parte da frente da capa do jogo Sid Mayer’s Civilization IV – Beyond the Sword, lançado em 2008. Não há tradução da capa para o português, prática comum entre o “mundo dos games”. Mas a imagem vinculada pelo jogo é a mesma no Brasil e no resto do mundo.
Em linhas gerais, temos uma montagem sequencial, em que várias imagens são dispostas ao longo de uma trilha de terra. Podemos dividir as imagens em dois blocos: um futurista logo no inicio, em primeiro plano; e, ao fundo, após certo vazio (que também é uma imagem), uma sequência de imagens de grandes monumentos construídos pelo homem. Estes últimos distribuídos de forma cronológica: dos mais antigos (á frente), para os contemporâneos (visíveis ao fundo).
O bloco futurista é composto por imagens de robôs e soldados com aparelhagens aparentemente inexistentes – um dos homens se destaca, pois veste uma roupa inteiramente preta e segura uma maleta que possui o símbolo de material radioativo. Este conjunto apresenta uma proposta do que eles imaginam poder ser o exército do futuro, isto é, pensam em quais as possibilidades de evolução dos conhecimentos da robótica, da bioengenharia, da química, da física poderão ser utilizados para a construção de armas de guerra mais eficientes, que causem menor número de perdas possíveis (robôs e super-soldados) e aumentem o número de baixas no adversário (armas químicas de destruição em massa).
Ao ocuparem o primeiro plano, temos a impressão de que o mais importante na capa do jogo é a guerra, de que estes homens e máquinas, todos virados para a estrada/trilha que divide a imagem em duas, de costas para o público, estão a caminho do segundo bloco de imagens. A construção desta sequência evidencia que o futuro só poderá ser atingido com os melhoramentos tecnológicos voltados para a guerra. Não há uma problematização de quais as consequências dessas descobertas, mas somos sim, convidados a comprar essa idéia de que o futuro se atinge pela batalha.
Sendo assim, o segundo bloco representaria o futuro. Não um futuro desconhecido, nebuloso, mas sim um projeto de futuro conhecido, que possui começo, meio e fim. Um futuro cronologicamente ordenado, que evolui progressivamente, melhorando cada vez mais, até se atingir o ápice da dominação do homem, o espaço.
As imagens desenvolvidas graficamente estão ordenadas, como eu adiantei, de forma cronológica. O conhecimento histórico é utilizado aqui para colocar cada monumento (Esfinge seguida por pirâmides, obeliscos, Partenon, Basílica de Santa Sofia, e outros, até os atuais Torre Eiffel, Empire State Building, torre de Seattle, estátua da Liberdade) de forma a obedecer a uma evolução tecnológica. Os dois grandes blocos de imagens são separados por um deserto, que, nessa visão teleológica de tempo, significaria o início, isto é, “O nada”. O homem foi evoluindo, os vários sujeitos do conhecimento, aos poucos descobrem, desvendam conhecimentos, tecnologias capazes de alterar a natureza. É a sequência destas descobertas, que têm uma origem (depois do “nada”), que dão a tônica do projeto de futuro: fazer com que o homem domine o universo.
O belo trabalho artístico feito nos monumentos corrobora para tornar natural a noção de progresso tecnológico. Esta noção de tempo linear é a mais comumente encontrada hoje no ocidente. Sabemos que nem sempre foi assim, e que diversas noções de tempo (cíclico, linear escatológico, convivência de vários tempos: de longa, média e curta duração e etc) foram formuladas. O próprio conceito de tempo, segundo as idéias de Nietzsche, é uma criação. Neste caso em especial, a noção transmitida é a de progresso científico natural do ser humano: se já fizemos tudo isso, por que não ir além?
Além é, alias, uma das palavras contidas no título do jogo: Beyond the Sword, algo como “para além da espada”. Esse título sintetiza o que dissemos sobre os dois jogos de imagens. Isto é, em primeiro plano, temos um conjunto de desenhos digitais muito parecidos com figuras humanas, que trajam e são acompanhados por diversos elementos futurísticos, tais como armas e robôs. Sua disposição de costas para o público, em direção ao fundo da foto da capa do jogo, demonstra que, para os donos deste jogo, a violência, a guerra é a principal alternativa para se avançar em direção ao futuro. Entretanto, o futuro proposto na pelos desenhistas já está dado, e é atrelado ao vivido pelo ser humano, pelo que estes produziram e desenvolveram. Em nenhuma das imagens do bloco que representa o futuro, há figuras de guerras, mas sim monumentos que são lembrados pela extrema engenhosidade necessária para desenvolvê-los. Ao serem alinhados de forma cronológica, trazem claramente a idéia de que o conhecimento necessário para construí-los fora sendo descoberto aos poucos, progressivamente até chegar a nós. Demonstra que, para além da espada, a engenhosidade humana evoluiu graças à tecnologia.

É-nos imposta a noção de tempo linear em direção a um progresso. E de que este progresso fora atingido pelos avanços tecnológicos, mas que a guerra tem e terá grande papel na história que virá. As belas imagens associadas à mais comum noção de tempo encontrada no ocidente, naturalizam uma História humana que não nos é dada, que não esta posta, prestes a ser desvendada. Essa construção temporal é constantemente utilizada para justificar inúmeros projetos de desenvolvimento tecnológico e bélico. Não há surpresas na história dessas pessoas, pois elas esperam que o futuro também não as tenha. A ciência histórica é colocada na rede de saberes como servindo sempre para explicar políticas adotadas, decisões tomadas, poderes reafirmados.

Nesse jogo de saberes somos levados a pensar nossa vida linearmente, em função de um progresso desejado, se possível cada vez mais cercado de tecnologias. Somos levados a acreditar que precisamos destes produtos, e dessas formas de relação entre povos, através da guerra sempre próxima.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Mais profundo impossível.

Muitas vezes eu falo em tratar os assuntos com mais profundidade, com melhores argumentos e de forma mais crítica, fugindo sempre do senso comum (a não ser, claro, em situações em que o senso comum seja mais adequado, como, por exemplo, falar de futebol em uma mesa com amigos).
Eis um exemplo de que assuntos aparentemente banais podem ser abordados com uma argumentação densa e crítica. Acho que há pontos debatíveis neste artigo que eu indico (de Paulo Costa Lima no Terra Magazine), mas vale a pena ler!
Atentem para o nome: "Toda enfiada" - em referência a um video que circulou a algum tempo na internet, sendo posteriormente alvo de reportagens em função do destino da personagem do video (uma professora de ensino infantil que foi mandada embora da escola na qual trabalhava, após ter sido filmada dançando de forma “sugestiva” em um show de Axé).
Quem diria que um artigo com este título poderia ser tão bom e suscitar tantas questões para debate?

Ah, o endereço:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3966671-EI8214,00-Toda+enfiada.html

Memória mais que seletiva!

Ando estudando pro mestrado...
Entre um livro de teoria e outro, leio alguns blogs sobre economia, política e esportes (meus temas prediletos).
Agora pouco li o blog do Diogo Moyses, no Terra Magazine (recomendo AMBOS). Ele faz uma bela análise da série de reportagens que o Jornal Nacional da rede Globo tem apresentado, e comenta brevemente sobre "memória", coincidentemente um dos temas das coisas que tenho lido.
Como não sei se posso aqui reproduzi-lo, eis o link:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3961899-EI14204,00.html

Para quem me conhece: EU DISSE!!!!!
Para quem não me conhece: compartilho das opiniões deste blogueiro, e já a muito tempo faço crítica parecida a esta emissora e seu "jornalismo".

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Quase um twitter...

Merda!!!
Acabei de escrever um post imenso sobre uma reportagem que achei que estava usando indevidamente a indefectivel ciêcia histórica (sim, história é ciência meus caros!!)...
Mas acabo de lê-la novamente e não há o erro que eu havia visto...
Ou mudaram...
Ou sou um idiota mesmo...
Prefiro confiar em mim!
Mas vai saber né!?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Memórias...

Dia desses estava lendo uma revista chamada "Escola". Nela havia uma reportagem sobre a importância de se valorizar as histórias "fantásticas" contadas pelas crianças, em que ficção e realidade misturam-se indiscriminadamente.
Quase sempre achamos importante repreendê-las, pois "mentir é coisa feia". Porém, a matéria trazia vários especialistas afirmando que essa confusão entre real e imaginário é extremamente positivo durante a infância, e deve ser, inclusive, encorajada a prática de se contar histórias.
Ao adotar tal postura, não se corre o risco de criar um mentiroso, ou um assassino em potencial, mas um ótimo contador de histórias!
Pois é, no processo de desenvolvimento cognitivo, incentivar a criação e contar histórias para os pequeninos é extremamente importante para que a criança crie repertórios próprios de narrativas, articule melhor suas estruturas de oralidade e tenha a atividade mental estimulada.
Tudo isso para lembrar de uma coisa...
A ÚNICA vez que minha mãe foi chamada à escola foi no ano de 1992, quando eu estudava na Escola Municipal de Educação Infantil Helena Coutinho. Tinha 5 anos e estava no pré I.
Em uma conversa rápida na hora da saída, a professora (que já não me lembro mais o nome) perguntou à minha mãe se nós havíamos viajado recentemente.
Minha mãe prontamente afirmou que não, que havíamos ido apenas visitar parentes de meu pai no interior de São Paulo, na cidade de Osvaldo Cruz.
A professora demonstrou preocupação, pois eu, uma criança sempre muito quieta, havia demonstrado inusitada agitação em uma “roda de conversa”. Prática comum em pré-Escolas, a professora reunir os alunos em círculos para conversar sobre o final de semana – no meu caso, sobre as férias.
Em uma delas, eu contei, segundo a professora, que eu e minha família havíamos visitado o Havaí!
Pois é, a família Silva na paradisíaca ilha do Havaí!
Estranhando este fato – ou por pura curiosidade mesmo – a professora questionou minha mãe naquela ÚNICA conversa, sob o pretexto de preocupação com prováveis mentiras.
Imediatamente minha mãe caiu em gargalhadas e acalmou a professora dizendo que nós não havíamos ido ao Havaí, mas que durante a viagem, passáramos por um município do interior de São Paulo chamado Avaí. Provavelmente eu ouvira esta palavra e a associara à ilha famosa, contando inocentemente que fôramos para lá!
Quem não se lembra de histórias como essas contadas exaustivamente em encontros familiares?
São sempre gostosos esses momentos nostálgicos... Mas é também muito interessante entender e poder trazer para a nossa realidade algumas dos assuntos que lemos em revistas, livros ou artigos.
O mais engraçado é a forma que me lembrei dessa história: primeiro o fato da reportagem ter me impressionado, fazendo com que eu ficasse com essa idéia na cabeça; segundo, hoje, ao ouvir o programa CBN Esporte Clube, com Juca Kfoure, presencie a entrevista do meia Marquinhos do Avaí Futebol Clube, que obviamente me lembrou do fatídica acontecimento.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

n!

Pequena reflexão sobre história pra retor o blog pela ..... Ja perdi a conta de quantas vezes o retomei...

"A história é sempre parcial, porque o real é infinito, porque a inspiração da investigação histórica muda com a própria história." (Raymond Aron)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Você é jornalista?

Não?
Eu também não...
Mas ao ler textos como este http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=3873 do professor de jornalismo Leandro Fortes, sinto que caso o fosse, faria de tudo para ser no mínimo parecido!
Chega a ser confortante saber que há pessoas que se preocupam em ter visões críticas dos assuntos, que se sentem a vontade em falar o que pensam, sem medo das possíveis consequências, e o que é mais empolgante, que possuem embasamento para o fazer.
A auto-reflexão que este jornalista faz de sua profissão e de seus colegas de trabalho é uma aula de pensamento crítico sobre a "categoria" (palavra péssima, mas não consegui pensar em outra melhor...) da qual ele faz parte, e sobre a sociedade na qual ele e seus companheiros estão imersos.
Recomendo não só para jornalistas... Mas principalmente para vocês.
PS. Deu, deu vontade sim de ser jornalista!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Velho Projeto.

Capitulo 1 - A construção
Sumiu!
Não consigo mais ver o peixe estranho - cumprido, coberto por escamas reluzentes de um verde escuro que pode-se confundir com o preto e duas "antenas" que parecem guiar seu caminho - que a horas acompanha nosso barco.Não consigo sequer saber que horas são, pois as nuvens cobrem o céu desde que acordei, mas suponho que seja entre nove e onze da manhã. A chuva que cai cobre o horizonte de todas as direções do barco. Não fosse a água batendo no casco do barco, deixando um rastro branco nas imediações, não saberia diferenciar se flutuávamos ou navegávamos.
Já faz sessenta e um dias que vimos terra pela última vez. Não havíamos ficado tanto tempo em mar aberto desde que partimos do nosso porto original. A tripulação não reclama, cada um realiza a tarefa para o qual foi designado, e ninguém nunca mais comentou o episódio de Visiliga. Eu sei o que cada um dos homens pensa, não preciso - e não quero - perguntar, basta observar expressão de medo nos rostos de cada um. Quanto a mim, o que sinto não me parece medo... Meus sentimentos se confundem, e assim como as imagens daquele dia, já não são mais tão nítidos. Entretanto, não sinto medo. Angustia! Angustia é o sentimento!
O encontro com os nativos de Visiliga mudaram o perfil de nossa viagem. Já não éramos mais meros exploradores em expedição de reconhecimento.
Os marinheiros, infinitamente mais experientes que eu - um homem de letras que a sorte e a inspiração resolveram abandonar a alguns anos - estes homens do mar, acostumados a beber e comer enquanto falam de monstros e acontecimentos sobrenaturais, que para muitos não passam de histórias bobas, estavam com medo por que havíamos visto aquilo que os visiliganos chamavam 'Beibarro'.
Eu sei, eu sei que a carta do John Cort, avó do nosso capitão, Henry Cort, deixava claro que não deveríamos aportar 'na terra onde os montes atacam', mas, como sempre, fomos convencidos pelo discurso encorajador do neto daquele que fora o primeiro europeu a chegar a Visiliga.
O desembarque aconteceu sem nenhum problema. Apesar da paisagem aterrorizante – aportáramos ao anoitecer – o local parecia desabitado, entretanto, havia tudo de que precisávamos: água, madeira e alguns frutos comestíveis. O capitão Cort estava à frente de quase tudo que fazíamos, desde as atividades mais simples, como coletar os alimentos, até as mais trabalhosas, como consertar o casco do navio. À praia seguia-se uma floresta densa - ao amanhecer veríamos que logo atrás da floresta, uns cinco quilômetros mata adentro, havia um rio, e desse rio formava-se um vale imenso, verde, todo verde, dos mais variados tons. Também ao amanhecer a empolgação do nosso capitão não mudara; dava ordens como nunca, fazia tudo com um o ardor de uma criança prestes a abrir um presente. Vê-lo desse jeito era bom, animava os homens, mas contrastara muito com o capitão Henry Cort que nos selecionara no porto de Dubai: um homem sério, imponente, seco, austero, que primara pela hierarquia e pela ordem em seu navio. Fora neste clima (estranho) de euforia que montamos nosso primeiro acampamento em Visiliga, uns dois quilômetros afastados da floresta, seguindo paralelo ao rio, no meio do vale.




Resolvi retomar um antigo post deste velho!Essa idéia que tive de construirmos uma história juntos foi uma das que mais me agradou, e eu realmente achei que daria certo. Entretanto, não vingou...
Inspirado pela retomada das postagens, resolvi tentar mais uma vez... a idéia é a mesma, está tudo ai de novo, não é necessário ir até o final deste blog para reler!! As "regras" estão aqui também.


Esse é o começo - 1ª parte do capitulo I de uma história que este blog ira desenvolver. Funcionará da seguinte forma: Eu começo o capítulo, assim como fiz com esse, deixando VÁRIAS perguntas a serem respondidas, vários elementos incompletos. A cada 3 comentários, cada um de uma pessoa diferente, eu termino o capítulo e começo um outro. Nesses comentários eu gostaria de respostas a algumas das questões em aberto, e sugestões para as lacunas deixadas. As seqüências serão feitas de acordo com os comentários. Essa não é uma história real. É uma construção coletiva. Não precisa ser do mundo dos homens. Não possui data definida. O personagem ainda não existe, deverá ser construído aos poucos. A história é uma narrativa em primeira pessoa, mas não há nada definido do que ira ser narrado. Tentarei escrever de um modo que a narrativa flua de forma agradável. Mas elementos que me agradem de acordo com meu estado de espírito serão largamente utilizados.
Espero muito que está idéia de certo!!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Watch out???

Leiam LITERATURA!!!!!!!!
VICIA!!!
MAS FAZ BEM PRA CARALHO!!!!!!!!!!

Watch out!!

Não joguem poker online!!!
Vicia!!!
....

O Retorno do Jedi!

A muito não posto no blog...
A mais de um mês...
Nada havia me motivado a escrever... Esse final de ano foi corrido e minha cabeça ficou cheia com o término da Iniciação Científica... Depois tentei deixá-la vazia um pouco, pra poder reenchê-la novamente!!
Não postei mais nada também, porque não achava que faria falta, e, no fundo, me desencantei pois comecei a pensar que ninguém mais o lia...
Até receber dois comentários: um cobrando e um me parabenizando por tê-lo mantido por tanto tempo!!!
De verdade, vocês dois me motivaram a voltar a postar!
Obrigado!!!!!
Que a força esteja com vocês!
E lembrem-se, o lado negro é sempre mais divertido...